DO PULCHRUM À EXISTÊNCIA ÉTICA

relação entre a experiência da beleza e a estética das virtudes em Tomás de Aquino

Autores

Palavras-chave:

Beleza, Transcendentais, Antropologia filosófica, Ética, Esplendor Integridade, Proporção

Resumo

Este artigo propõe uma reflexão sobre a beleza como transcendental na metafísica de Tomás de Aquino, considerando a sua importância na estrutura do ser e o seu nexo com a verdade, a unidade e o bem. A partir dos critérios do belo estabelecidos por Aquino, tais quais claritas (esplendor), integritas (integridade) e proportio (proporção), analisamos como a beleza se manifesta na realidade e orienta a inteligência. Em seguida, analisaremos o evento da beleza na configuração da condição humana. Por fim, abordaremos as repercussões éticas dessa perspectiva, destacando o vigor formativo da beleza no agir humano. Com isso, buscamos mostrar como a beleza revela-se princípio de unidade entre o sensível e o espiritual, entre o ser e o dever-ser, sinalizando assim a relevância dos atos éticos fundados no desejo de harmonia. O pensamento tomista é aqui valorizado como um horizonte fértil para integrar estética, antropologia e ética.

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Publicado

2025-12-29

Como Citar

Santos Pires, W., & Nunes Correia, M. (2025). DO PULCHRUM À EXISTÊNCIA ÉTICA: relação entre a experiência da beleza e a estética das virtudes em Tomás de Aquino. Revista ECOS, 13(1), 69–87. Recuperado de https://revistaecos.facma.com.br/index.php/ecos/article/view/94

Edição

Seção

Artigos