O ENIGMA DA CONSCIÊNCIA EM IA

uma análise sob a ótica do hilemorfismo aristotélico-tomista

Autores

  • Robison Mendes Faculdade Católica do Maranhão

Palavras-chave:

Consciência, Inteligência Artificial, Hilemorfismo, Filosofia da Mente, Tomismo

Resumo

A presente pesquisa investiga a possibilidade de consciência em sistemas de inteligência artificial (IA) sob a perspectiva filosófica do hilemorfismo aristotélico-tomista. Ao abordar a relação corpo-alma como constitutiva da natureza humana, argumenta-se que a consciência humana não pode ser reduzida a funções ou processos materiais, sendo antes fruto de uma composição substancial entre matéria e forma. Nesse sentido, discute-se como abordagens contemporâneas da filosofia da mente — como fisicalismo, funcionalismo e panpsiquismo — não conseguem abarcar plenamente a complexidade da consciência. Por fim, sustenta-se que a IA, por não possuir alma como forma substancial, não pode atingir o nível de consciência genuína, e, portanto, a responsabilidade moral deve recair exclusivamente sobre os agentes humanos.

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Publicado

2025-12-29

Como Citar

Mendes, R. (2025). O ENIGMA DA CONSCIÊNCIA EM IA: uma análise sob a ótica do hilemorfismo aristotélico-tomista. Revista ECOS, 13(1), 18–25. Recuperado de https://revistaecos.facma.com.br/index.php/ecos/article/view/60

Edição

Seção

Artigos